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Olá amigos!
Acredito que para muitos o contato com o mundo da leitura e escrita se inicia em casa. Comigo não foi diferente, cresci ouvindo meus pais, interagindo com meus irmãos e dessa forma conquistando o letramento que se aperfeiçoou na escola.
Com o tempo, já na 5ª série, produzia textos com o auxílio de minha mãe, que sempre me ajudava, revisando minhas produções e introduzindo palavras novas. Eu achava o máximo, afinal iria, no dia seguinte, lê-las para meus colegas e antecipar-lhes o significado. Isso fez o meu vocabulário crescer e meus textos ficarem especiais. Lembro-me perfeitamente minha mãe dizendo: “ Filha... pense em outra palavra, essa, está muito repetida” ou “ Leia novamente o que já escreveu ”. Quando não, prestava atenção no que ela conversava com meu pai: “reforma agrária”, “corrupção”, “desigualdades sociais” e destemidamente as colocava em meus textos e a minha maneira, discorria sobre tais assuntos.
Sou grata a ela pelo incentivo e por considerar importante esse momento, embora tivesse apenas o ensino fundamental (na época), contribuiu, por inúmeras vezes, me “emprestando suas palavras”... A “sede” por elas foi aguçada, e até hoje as procuro, em amigos, autores, pensadores e poetas e, de vez em quando, as encontro dentro de mim!
Muito interessante seu relato, Josiani. Como podemos perceber, a participação ativa da família é de extrema importância para a formação do leitor.
ResponderExcluirParabéns pelo blog!
Obrigada Mariana.
ResponderExcluirOlá Josiani, o seu relato é perfeito,acho que se a família participasse mais da vida escolar do seu filho atualmente, a educação estaria melhor. A família é a base de tudo. Como disse a Mariana a participação da família tem que ser ativa.
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